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terça-feira, 1 de junho de 2010

Era das Eras

Em meus sentimentos, sempre vem, feroz, atroz, contagiante, transcendental, emocionante, me tocas a alma, me fazes chorar, me fazes rir, voar, sonhar, imaginar, não tem horas nem momento para chegar. Sublime sejas, arrepios que soam de longe, dor não sentida, lembranças de momentos não vividos. Oh consciência, pura sejas, no mundo jaz o mal, mas, continuas a me tocar, percebo que há um elo perdido, sufocante são os desejos, desmaterializa toda canalização egoísta.

Não fostes mera predestinação, não sejas uma mera menção, reações despertam do inesperado, pelas minhas veias corre o fado, fruto de tamanha emoção, dor desatinada pela emoção, sabe quanto já chorei, mas confesso, sempre novo és, renova-se a cada momento, lágrimas correm pelo rosto, como larvas de um vulcão, em tamanha erupção, meu pulsar cruzmaltino acelera, mas, logo segue o declínio.

Momento eterno se fez, assim desde que estivestes desde a primeira vez, senti-lhe é espiritual, ora vós, és o renovo, para sempre o renovo, a Era das Eras, sempre, a Nova Era.

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